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2005/11/27


Espero que reconheçam esta imagem. Espero, porque isso quer dizer que já estiveram na Berlenga, uma das pérolas de Portugal.
Fui pela primeira em 1991. Adorei. Voltei 2/3 anos depois, tal a vontade de revê-la.
Estive entretanto uma década sem banhar-me naquelas águas que me levaram o par de óculos que mais gostei de usar (ninguém me mandou saltar para o mar com eles...).
Quando voltei em 2003, apercebi-me que as gaivotas, já com uma presença considerável tinham-se multiplicado, a ponto de passar a ser ligeiramente incómodo.
Relatos recentes dizem-me que a situação está ainda pior, a ponto de por em causa o ecossistema da ilha.

Acabo de ter uma ideia que ajudaria a por cobro a este problema.
Há anos que ouço falar que os praticantes da caça vêm reclamando junto da comunicação social a falta de "objectos de lazer". Eu nem sou apoiante deste "desporto". Mas em boa verdade, podia-se juntar a falta de caça continental com o excesso de gaivotas insular. Porque não promover uns fins-de-semana de caça nas Berlengas para reduzir a população daquela espécie (embora não em demasia, para não inverter o ecosistema e passar a haver uma praga de ratos ou outros bichos comidos pelas aves)?
Ecologistas, venham de lá as críticas!!!

2005/11/21


Ainda bem que este ano o Dakar se faz a partir de Lisboa.
É que se fosse o clássico Paris-Dakar, o desafio não seria chegar a Dakar, o desafio seria sair intacto de Paris :P

2005/11/18


Dei por mim a reparar que, por haver uma infinidades de smilleys hoje em dia, tenho menosprezado este, o original, aquele que é UM SMILE (que até é o mais simpático, não acham?). Shame on me!!!
Para me redimir, aqui fica o tributo!

Já agora, bom fim-de-semana!!!

2005/11/17

Tempos Modernos

Teste de Português - Pedido de análise do poema

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

A Análise de uma aluna de 16 anos da Escola C+S da Rinchoa foi a seguinte:

Ah!!! Camões!!!
Se vivesses hoje em dia!
Tomavas uns anti-piréticos;
Uns quantos analgésicos;
E Xanax ou Prozac para a depressão;
Compravas um computador;
Consultavas a página do Murcon;
E descobririas,
Que essas dores que sentias;
Esses calores que te abrasavam;
Essas mudanças de humor repentinas;
Esses desatinos sem nexo;
Não eram feridas de amor;
Mas somente,
Falta de sexo!

2005/11/11

Soube ontem, por um jornalista que cobria os acontecimentos de Paris, que a França tem 6 milhões de emigrantes para uma população de 60 milhões, ou seja 10% dos cidadãos. Impressionante, de facto.

Mas depois lembrei-me que estes 6 milhões foram chegando ao longo das décadas. E que, pelo contrário, no período pós 25 de Abril, Portugal absorveu quase 10% de população num espaço de ano/ano e meio. Não tenho idade para ter vivido este período em discurso directo, mas não tenho a percepção de ter havido a convulsão que se vive hoje.
E que, num país vizinho, o Luxemburgo, 25% da população são emigrantes de uma proveniência apenas (a nossa!).

2005/11/06


Aqui está um tema que estranhamente, porque já lá vão 2 anos, ainda não trouxe a este blog: Virgindade.
Alguém me explica que sentido faz a virgindade antes do casamento? Qual a razão do "true love waits". Waits for what? Why wait?
E já agora: faz apenas sentido para as mulheres ou para os homens também?

(quem não se sentir à vontade comentar aqui, agradeço que escreva aqui: bitorugo@gmail.com )


2 anos depois entendi !!!!
No primeiro post de opinião que fiz neste blog, quarto em absoluto, questionava-me porque o vento que se faz sentir no litoral que vai do Porto a Caminha, vento tão conhecido por quem tenta fazer praia nestas praias, não era aproveitado para producção de energia eólica. Parecia-me bastante óbvio. Parece-me bastante óbvio.

A resposta veio na Visão da semana passada: o processo de licenceamento de uma central eólica demora 7 anos e "apenas" um de implementação. Descansa-me saber que já alguém tinha pensado naquele potêncial, eventualmente 5 anos antes de mim. As pás dos moinhos é que continuam por aparecer no horizonte....

2005/11/04


Estivemos hoje a pensar na quantidade lixo que um pequeno escritório de uma duzia de pessoas consegue produzir, o que poderiamos fazer para reduzir esse lixo, mas também que destino teriam aqueles sacos, que destino teriam todos os sacos desta cidade, desta àrea metropolitana, que apesar de não ser enorme, abarca um milhões de productores de lixo (Grande Porto). Com o preço do terreno elevado e as externalidades negativas de ter uma lixeira à moda antiga, será que o lixo é tratado e reduzido de alguma forma?
Daí a pensar em Lisboa foi um passo. Mas depois pensar em cidades como Londres, Nova York, Shanghai, São Paulo, Cidade do México, Bombaim, todas com 10, 20 milhões de habitantes. Que fazem eles a aquele lixo todo?

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