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2006/01/30

"Quem canta, seus males espanta" - Volume XXIV

Dream away the tears in your eyes
Dream away your sorrows
Dream away all your goodbyes
Dream away tomorrow
I promise when the sun comes up
I promise I?ll be true
And just like before the band starts to play
They always play your favorite tune
And dream awawy when everyone?s gone
Dream away your grey skies tooo
Dream away and nothing is wrong
Dreams have wishes that are waiting for you
And up ahead the road is turning
Turning for you and me
And just like before
The band starts to play
Now there?s that twinkle in your eye
And dream away

(Tom Waits - Frank's Theme)
Curiosamente, ouço muito pouco Tom Waits, tenho só 2 cds da longa discografia dele. Mas é ele que me acolhe quando a minha cabeça está mais "carrosselesca" de ideias.

2006/01/21


Parabéns Lena!!!!!
Que os outros 3/4 de século sejam pelo menos tão bons quanto o primeiro!


Ai, não era para dizer que fazes 25 anos? Ooops!

2006/01/17


Às voltas no videoclub, passei pela zona "Erótica" (não confundir com "Pornografica") e encontrei este filme.
Preferi pensar que estava simplesmente mal colocado na prateleira, que aquele filme não alimentava o imaginário de uma data específica de pessoas.

Voltei-me, olhei para a cara do funcionário do videoclub e... preferi sair dali para fora!!!


PERDEU-SE

Desapareceu de sua casa, um moleskin de linhas, usado, com as coisas mais pessoais que o seu dono escreveu nos últimos tempos (mais até do que este blog ranhoso). A contrário da foto, usa roupa beje escurecida pela intensidade do seu uso.

Oferece-se uma francesinha no Bufete Fase (Rua Sta. Catarina,Porto) a quem o encontrar e devolver ao seu fiel - e desesperado - dono.

2006/01/13

Dúvida existencial: porque é que há muitas t-shirts com coisas engraçadas escritas, as mulheres usam-as, mas quando nós somos "obrigados" a fixar o olhar para percebermos o que está escrito, ficam incomodadas?


p.s.: porque é que tenho a impressão que vou levar com o rolo da massa logo à noite? :P
Queriiiiiiiiiiiiiiiida, é uma dúvida existencial mas estriiiiiiiiiiitamente teórica...

Ouço repetidamente que Portugal devia copiar os países nórdicos no que toca a diversos assuntos, encabeçado de forma destacada a Segurança Social.
Mas se é verdade que eles têm um sistema invejável, em parte isso se deve a um enquadramento ético dessas sociedades, que passa por pagar mais de 50% do salário bruto em impostos e segurança social, e por não fugir a qualquer imposto, denunciando inclusivé situações conhecidas de incumprimento.

Na notícia que podem ler aqui, a questão ética é mais uma vez peça chave e prova que o modelo escandinavo não pode ser importado pelo ?submundo? latino (entenda-se, não falo apenas de Portugal, mas também de Espanha, Itália e Grécia).

Em Estocolmo, foi implantado um sistema de portagens urbano de forma a controlar o excesso de tráfego e de poluição que lhe está associada. Logo aqui, há uma preocupação maior pelo bem-estar dos cidadãos que habitam essa sociedade. Qualquer latino reivindicaria esta medida pelo simples facto de pagar mais, menosprezando as suas vantagens.

O extraordinário desta notícia é que esta medida é provisória durante 6 meses e passa a definitiva após aprovação em referendo!!! Quaaaaaaac! Quac, quac, quac, quac! É que para um latino (hey, como eu mesmo), passar pela cabeça que o sim tem alguma hipótese de ganhar é confuso. Mais ainda sequer considerar levar um tema destes a referendo. Vamos lá perder ricas horinhas de praia para ir votar e outras tantas que podíamos estar a falar do ùltimo golo do Nuno Gomes em vez de medir prós e contras desta medida?


2006/01/12

Em Agosto, o meu amorzinho, na sua maneira deliciosa e "derretente", encheu este balão e ofereceu-mo.

5 meses depois, ele subsiste no estado em que podem ver.
Com umas rugazinhas, é certo, mas cheio de amor. Exactamente como o meu coração, que é dela (quase) desde que a conheço.

2006/01/09

Fazendo uma revisão a um Courrier International de Dezembro, fiquei a saber de um facto impressionante sobre Taiwan:
nas eleições autarquicas de Dezembro, o Kuomintang foi o partido mais votado.
Este é o partido que esteve no poder desde a criação da Republica da China, em regime de partido único, perdeu em 2000 para o Partido Progressista Democrático, mas, após este resultado, é provável que venha a recuperar o poder.
Não sei se fiquei mais impressionado por saber que o partido que pensava historicamente ligado à Cisão de Taiwan com a China, é afinal o líder da coligação que preconiza a re-unificação ou se o povo desta Ilha decidou democraticamente (através de voto) se fundir com a China onde o termo Democracia tem um entendimento muito peculiar...

2006/01/05

O JN de ontem trazia, numa parte importante da primeira pagina de que em 2005 os portugueses compraram mais carros do que em 2004.
Depois, no desenvolvimento da notícia, diz-se que foi 1.5%, insuficiente para cobrir a redução de 15% sofrida em 2004.

Esta notícia traz-me à memória o sentimento que tenho quando percorro estradas como a N14 (Porto-Braga) ou a N109 (Porto-Espinho). Nestas, polulam por toda a sua extenção stands de automóveis usados, muitas vezes dominados por viaturas de luxo, alguns dos quais com sinais óbvios de que estão ali há já algum tempinho.
Para quê? Para que é que se continuam a importar quase 300 mil viaturas por ano? Sim, porque, como bem se sabe, a produção nacional quase se reduz ao monovolume de Palmela e uns quantos comerciais. Tudo o resto tem que vir de fora. Ou seja, o nosso rico dinheiro, se esvai do país, enquanto muito boa gente tem o seu dinheiro empatadinho à espera que uma alma caridosa resgate o seu carro anterior (de todo "carro antigo", muito menos "carro velho"). Sim, esse carro que está em perfeito estado para percorrer mais uma boa quantidade de quilómetros sem pestanejar.
Pergunto-me quanto dinheiro está ali depositado a taxas de juro negativas (desvalorização do automóvel). Quanto significará no PIB Português? E quanto desse PIB poderia ser recuperado das nossas importações no sector serem reduzidas ao realmente necessário.
E não, eu não estou a sugerir que voltemos a ter um parque automóvel feito de "sucata" ou de Fiat Unos. Simplesmente, que sejamos mais racionais, como o fizeram, por exemplo, a Alemanha no pos-guerra, antes de ser o que é hoje.

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